EBM Incorporações comemora sucesso no mercado brasiliense

Incorporadora pretende lançar cinco empreendimentos de médio e alto padrão este ano

Com quase 30 anos de mercado, a EBM Incorporações S.A. comemora o bom desempenho obtido em 2010 no mercado do Distrito Federal (DF). Após os sucessos representados pelos empreendimentos You LifeStyle, Splendido LifeStyle e Isla LifeStyle, que atingiram níveis expressivos de vendas no ano passado, a empresa celebra o posto de uma das cinco maiores incorporadoras de Brasília. “Encerramos 2010 com volume de vendas de R$ 300 milhões e quase mil unidades vendidas, restando apenas 60 imóveis em estoque. Eu queria ter mais produto para vender, mas não tenho”, brinca Fábio Teles, gerente regional da EBM no DF.

Especializada na concepção, desenvolvimento e gestão de negócios imobiliários, a incorporadora investiu R$ 60 milhões na aquisição de terrenos, estandes de vendas e publicidade no ano passado. A previsão é aumentar os investimentos em 50% ao longo deste ano, totalizando um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 450 milhões. “O mercado brasiliense está em uma excelente fase, com muita demanda, oferta limitada e baixa inadimplência”, afirma Fábio.

A empresa focará em 2011 em imóveis de médio e alto padrão. “Estão previstos cinco lançamentos, além de um estande de 500 m², que devemos inaugurar em Águas Claras, até maio. Lá estarão disponíveis de 3 a 4 decorados”, acrescenta Teles.

Atualmente a EBM conta com imóveis no Noroeste, Águas Claras, Taguatinga e Valparaíso (GO). “Em outubro, lançaremos a 1ª etapa do empreendimento localizado no ParK Sul, atrás do Park Shopping. O VGV do empreendimento totaliza R$ 600 milhões”, conclui o gerente regional.

Bancos ultrapassam marca de 1 milhão de imóveis financiados em 2010

O financiamento imobiliário do país atingiu em 2010 uma marca histórica. Pela primeira vez os bancos financiaram a aquisição e a construção de mais de 1 milhão de imóveis em um único ano.

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), foram 1,052 milhão moradias financiadas durante todo o ano passado.

O número engloba os financiamentos com recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O resultado representa um crescimento de 57% ante a quantidade de imóveis financiados pelos bancos em 2009 (670 mil unidades).

Só com o dinheiro do FGTS, foi financiada a compra ou construção de 631 mil imóveis em 2010. O crescimento dessa linha de crédito imobiliário foi de 72% sobre o resultado de 2009, impulsionado, principalmente, pelo programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Com recursos da poupança foram financiados 421 mil imóveis, um crescimento de 39%.

Em valores, o montante aplicado em financiamentos em 2010 foi 67% maior do que o total investido em 2009. Passou de R$ 49,7 bilhões para R$ 83,7 bilhões, outro recorde do setor.

Para o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, o crescimento da economia, o aumento da renda dos trabalhadores e a queda do desemprego em 2010 foram os grandes responsáveis pelos bons resultados. França espera que, em 2011, a economia continue evoluindo e os financiamentos superem os recordes alcançados.

Só os recursos da poupança aplicados em financiamentos pelos bancos devem crescer 51% em 2011 e atingir R$ 85 bilhões, segundo ele. Já o número de unidades financiadas deve aumentar 28% no ano que vem, atingindo a marca de 540 mil, com base nas estimativas da Abecip.

Fonte: Brasil Econômico - com informações da Agência Estado

Intenção de comprar imóvel quase dobra em dois anos

A demanda no país por imóveis quase dobrou em dois anos, puxada pelas classes C, D e E. Mais de 9,1 milhões de famílias dizem ter a intenção de comprar uma habitação, o que representa 4,9 milhões a mais do que em 2008.

O dado é de uma pesquisa do Data Popular, feita com mais de três mil brasileiros em 35 municípios. A economia aquecida e o programa Minha Casa Minha Vida são apontados por especialistas como os principais fatores para o impulso. “Antes, o sonho da casa própria era distante. Com o aumento do crédito, da renda e as condições facilitadas do MCMV, mais pesoas passaram a ter condições de comprar um imóvel e colocaram isso como uma meta”, diz Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular. Entre os que apontaram intenção em adquirir um imóvel, 83% estão nas classes C (com renda familiar de 3 a 10 salários mínimos), D (1 a 3) e E (até 1) e 17% são da A e B (10 a 20).

Fonte: Jornal da Comunidade

Financiamento de 25 a 30 anos é o mais procurado

Em quanto tempo financiar um imóvel: 15, 20 ou 30 anos? Muitas pessoas têm essa dúvida. Os que preferem o financiamento no prazo de 25 a 30 anos, somam 55,1% dos que contrataram empréstimo na Caixa – instituição que detém 70% dos financiamentos imobiliários no país -, pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Esse número representa a consolidação do fenômeno que surgiu em 2007, quando o tempo para pagar um imóvel se estendeu até 30 anos.

Segundo o gerente regional de Habitação e Construção Civil da Caixa, Nedio Henrique Filho, desde então um número cada vez maior de pessoas vem optando por ampliar o prazo de pagamento. Dados do banco – que financiou mais de R$ 70 bilhões em imóveis em 2010 – mostram que, em 2005, o prazo médio dos optantes pelo SBPE era de 180 meses, ou 15 anos. Já em 2010, o prazo médio subiu para 25 anos.

Fonte: Jornal da Comunidade

Imóveis Comerciais

Imóveis comerciais renderam 638%

Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 638% entre 2000 e 2010, segundo o IGMI-C, o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial, lançado nesta sexta-feira (11).

Desenvolvido pelo Ibre/FGV, o índice tem o objetivo de ser uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – escritórios, hotéis, shoppings e outros, retratando de forma abrangente a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos do setor. Dessa forma os investidores terão mais transparência em relação à formação dos preços de compra, venda e locação.

“É a primeira vez que a FGV busca se associar com empresas de Real Estate e fundos de pensão para a formatação de um índice que irá auxiliar todo o mercado”, comentou o presidente da Colliers International Brasil, Ricardo Betancourt. A empresa irá colaborar com a atualização do índice.

Índice
O novo indicador é calculado com base em informações fornecidas por um grupo de participantes envolvendo investidores institucionais e empresas ligadas ao setor imobiliário. O índice leva em consideração a valorização do metro quadrado.

Com base em um fluxo contínuo de informações mensais dos participantes, o IGMI-C será calculado e divulgado trimestralmente. A próxima divulgação será relativa às informações do primeiro trimestre de 2011.

O indicador foi lançado em um evento na BM&FBovespa, uma vez que a entidade apoia sua criação, por considerar que ele será de grande valia para o desenvolvimento do mercado imobiliário e de capitais.

Série histórica
A série histórica desta divulgação vai de 2000 ao final de 2010. No último trimestre de 2010, a amostra contou com 190 imóveis individuais, divididos entre escritórios comerciais, shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística, entre outros.

As maiores concentrações estão em escritórios comerciais (cerca de 50% do total) e shopping centers (cerca de 25% do total). Do ponto de vista regional, todos os estados do País estão representados, mas as maiores concentrações estão em São Paulo (cerca de 37% do total) e Rio de Janeiro (cerca de 26% do total).

O IGMI-C está aberto para novos participantes e, com isso, acredita-se que a quantidade e a qualidade de informações deverão crescer ao longo do tempo.

Fonte: Correio do Estado

Bossa Nova - Fachada

Bossa Nova – 2 e 3 quartos com coberturas

Bossa Nova – Apartamentos de alto padrão com metragens entre 70,93 a 96 m² e maravilhosas coberturas duplex com metragens entre 145,83m² a 192,77 m² e até 3 vagas na garagem.

Localizado na SQNW 108, projeção G, o Bossa Nova fica ao lado do Parke Burle Marx, oferecendo qualidade de vida e convívio com a natureza aos seus moradores.

Fachada com texturas em cerâmica, esquadrias de alumínio com pintura eletrostática branca e vidro incolor. Detalhes diferenciados em alumínio com pintura da cor madeira, visando maior durabilidade.

Aptos de 2 qtos = 70 a 73m²
Apto de 3 qtos = 96m²
Coberturas = 145,83m² a 192,77 m²

Terraços com gradil em alumínio com pintura eletrostática branca e vidro incolor nas coberturas

  • Boxes flex no subsolo para todas as unidades
  • Área de lazer no térreo e na cobertura
  • Salas com ampla iluminação natural
  • 2 acessos independentes
  • Vagas de visitantes no térreo
  • Serviços exclusivos no sistema pay-per-use
  • Car e bike Service: Um espaço para você cuidar do seu carro ou da sua bike

Itens de lazer:

  • Salão de festas
  • Salão de jogos
  • Brinquedoteca
  • Piscina com deck molhado e raia de 12,50m e com lava pés
  • Sauna
  • Spa
  • Fitness
  • Espaço Gourmet
  • Fitness externo
  • Louge externo no Espaço Gourmet com churrasqueiras e forno de pizza
  • Home Cinema

Confira as perspectivas ilustradas:

Entre em contato pelo formulário abaixo ou pelo e-mail raissarussoimoveis@gmail.com

Antecipe-se!

Imóveis do Minha casa, minha vida terão energia solar

A preocupação com o meio ambiente chegou, enfim, ao programa habitacional “Minha casa, minha vida”. Ontem, a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, afirmou que 400 mil casas a serem construídas pelo projeto em 2011 terão energia solar.

— No próximo ano, vamos contratar mais dois milhões de moradias em todo o Brasil, sendo 1,2 milhão para famílias com renda de zero a três salários mínimos. As casas com esse perfil, construídas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, serão obrigadas a ter a energia solar para aquecimento de água, basicamente chuveiro, o que dá em torno de 400 mil casas — disse a secretária, durante o seminário Planejamento Urbano e Construção Civil Sustentáveis com Eficiência Energética para Áreas de Baixa Renda das Américas, realizado no Palácio do Itamaraty, no Rio.

Fonte:  Globo.com

Mulheres compram mais imóveis

Cada vez mais jovens, as mulheres estão financiando imóveis. São pessoas na faixa etária de até 35 anos e renda de até três salários mínimos. O sexo masculino ainda predomina mas, em quase uma década, a participação feminina cresceu 10%

O balanço das contratações de financiamentos imobiliários pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), em quase uma década – do ano 2000 até 25 de outubro deste ano – mostra o crescimento da participação dos jovens, das mulheres e dos que ganham até três salários.

Apesar do sexo masculino ainda ser maioria, as mulheres representam, em média, 45,6%, no Ceará – uma alta de 10%. Os dados são da Caixa Econômica Federal (CEF), mas são representativos do mercado como um todo, já que a instituição detém cerca de 80% dos financiamentos imobiliários do País.

O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro Holanda, diz que essa era a classe menos favorecida nos últimos 20 anos e agora está tendo oportunidade de financiar um imóvel. Segundo ele, aumentaram as chances de adquirir a casa própria porque a oferta de crédito aumentou, os juros baixaram e os prazos se alongaram.

“A prestação está cabendo no bolso e como ocorreu com o carro agora as pessoas estão podendo comprar a casa”, completa, ressaltando que o próximo passo é acabar com a burocracia para reduzir a duração do processo de compra para dez, 15 dias no máximo. “Hoje o financiamento de um automóvel sai em dois dias e o de uma casa leva, em média, um mês”, diz o empresário, considerando que o programa Minha Casa, Minha Vida está facilitando o acesso desse público aos financiamentos imobiliários.

O gerente Regional de Habitação e Construção Civil da Caixa, José Ney Monteiro Pereira, concorda que o programa está contribuindo com o boom imobiliário. Mas observa que também reflete o aumento do emprego formal, da inserção da mulher no mercado de trabalho e da melhoria de renda do trabalhador brasileiro. “Da melhoria da economia brasileira nos últimos 10 anos”, completa.

De acordo com os dados da Caixa, em 2000, os mutuários com idade até 35 anos representavam 51,0% dos contratos no Brasil. Em 2010 – até 25 deste mês – esse índice passou para 58,6% no Brasil. Em igual período, no Ceará, subiu de 43,8% para 55,4%. Se for considerada essa faixa e a dos que têm até 45 anos, entre os cearenses, representam mais de 80% das contratações.

Para Ney Pereira, a procura maior e a aprovação do contrato para os mais jovens é resultante da maior absorção desse público no mercado de trabalho e do crescimento do emprego formal, com carteira assinada.

Fonte: O Povo Online

Construção civil emprega 17,5% mais e o DF passa para o 2º no ranking

Entre o primeiro semestre de 2009 e igual período deste ano, o setor criou 10 mil vagas, totalizando 67 mil oportunidades no período. O resultado deixa o DF em segundo lugar no ranking nacional, conforme boletim divulgado pelo Dieese

Por Maria Branco

Um dos principais carros-chefes do crescimento econômico atual, a construção civil fechou o primeiro semestre de 2010 com os índices de emprego em alta em sete unidades da Federação, entre elas o Distrito Federal. Brasília e sua região metropolitana criaram 10 mil vagas no setor entre os seis primeiros meses de 2009 e o mesmo período de 2010, atingindo um total de 67 mil postos de trabalho e incremento de 17,5% na quantidade de ocupados, comparando-se os dois períodos. O patamar só ficou atrás do atingido por Fortaleza, onde o número de vagas aumentou 30,5%, com 25 mil novas ocupações (veja quadro). Os dados sobre o desempenho do emprego na construção civil fazem parte do Boletim Trabalho e Construção, divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“O Distrito Federal tem acompanhado tendência positiva verificada em todas as regiões. Os resultados refletem um movimento de bastante aquecimento da economia, que tem fomentado um dinamismo no setor. De outro lado, uma série de medidas governamentais, tais como a isenção do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) sobre os materiais de construção; o programa Minha Casa, Minha Vida; e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) também jogam a favor do segmento. São estímulos que vêm desde a crise (econômica)”, destaca Tiago Oliveira, economista do Dieese e um dos responsáveis pela pesquisa.

João Mathias de Souza Filho, presidente da Comissão de Relações Trabalhistas do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), diz que os dados divulgados pelo Dieese mostram o bom momento do setor e da economia, mas destaca a carência de mão de obra qualificada vivida por empresários do segmento em todo o país. “Há sim uma demanda muito grande, a construção tem lugares para serem ocupados, e paradoxalmente se depara com uma situação de desemprego. É uma aberração em uma economia aquecida”, comenta ele, que apela para a necessidade de escolas técnicas. “Discutiu-se muito isso nessa eleição. Deveria ser trazido à realidade”.

Além de crescimento do emprego, o levantamento do Dieese apontou alta de 23,1% do número de assalariados do setor no Distrito Federal entre o primeiro semestre de 2009 e igual intervalo de tempo em 2010. Isso sinaliza que houve diminuição na quantidade de trabalhadores por conta própria no segmento, mas não necessariamente da informalidade. Segundo cálculos da entidade, aproximadamente 50% das pessoas ocupadas na construção no DF trabalham sem carteira assinada.

O moldador Wederson Alves, 26 anos, é um exemplo de trabalhador tanto sem qualificação, quanto sem acesso ao emprego formal. Ele foi contratado recentemente, em janeiro deste ano, em caráter experimental por uma empreiteira do DF. Só três meses depois, teve a carteira assinada. Antes disso, havia trabalhado por três anos como pedreiro autônomo, ofício ensinado por seu pai. “Me botaram de auxiliar de pedreiro porque eu não tinha qualificação e nunca tinha trabalhado fichado. Mas logo precisaram de moldador e a empresa pagou o curso para mim”, conta.

Fonte: Correio Braziliense

01 Fachada Frontal

Reserva Noroeste

Projeto contemporâneo:  poucos elementos e formas puras. Assim é o Reserva Noroeste.

Neste projeto arquitetônico de absoluto bom gosto, a fachada imponente de granito, pastilhas e pele de vidro se integra ao ambiente exterior e, ao mesmo tempo, se destaca por sua beleza conceitual.

São 72 apartamentos vazados com 3 e 4 quartos e 12 coberturas exclusivas. OBS.: Temos apenas coberturas de 3 e 4 quartos disponíveis, pois os demais apartamentos estão todos vendidos.

Memorial de incorporação: R.10/105532 registrado no Cartório do 2° Ofício de Registro de Imóveis

Entrega prevista para 31/12/2012.

Financiamento direto com a construtora em até 120 meses.

O imóvel já está em construção, conforme é possível acompanhar pelas imagens abaixo.

Perspectivas ilustradas, fotos da construção e plantas:

Área de lazer completa:

  • Acesso para deficientes físicos
  • Área verde
  • Arvorismo
  • Brinquedoteca
  • Churrasqueira
  • Cinema
  • Copa
  • Deck
  • Depósito
  • Elevador
  • Espaço gourmet
  • Hall
  • Piscina adulto descoberta
  • Piscina infantil descoberta
  • Playground
  • Quintal
  • Salão de festas adulto
  • Salão de festas infantil
  • Sauna
  • Spa
  • Vestiário para funcionários

Localização: SQNW 311, Projeção “A”, Setor Noroeste, Brasília DF.